Mostrando postagens com marcador Cristina Lessa Cereja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cristina Lessa Cereja. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de maio de 2012

AS CORES DA SUA AURA


Definição:   A palavra Aura vem do latim e significa "sopro de ar". A aura é um tipo de irradiação energética sutil e luminosa, que emana do conjunto de nossos corpos somáticos físico e psíquicos.



Em geral a aura que é visível, principalmente no escuro, é muito sutil e insensível à percepção normal da maioria das pessoas. Embora seja ignorada pela maior parte dos indivíduos em seus estados normais de consciência, ela é mais facilmente percebida por aqueles que se encontram em condições adequadas de sensibilidade (genericamente denominadas de clarividentes), ou quando em estado mais profundo de consciência, ou transe.



Todos os corpos, quer de organismos vivos ou de objetos inanimados, emanam sua aura própria, sendo a aura humana a que apresenta estrutura mais complexa devido aos elementos emocionais e intelectuais que a compõem.



A aura dos objetos naturais, principalmente aqueles que não estão propensos ao contato humano, apresentam um campo áurico mais simples e mais puro.



Cada aura é única, ou seja, apresenta as características próprias e pessoais de cada individualidade, embora possam apresentar características similares. Cada um dos 8 corpos somáticos humanos possui sua aura própria. Porém, a aura que geralmente conseguimos ver ao redor das pessoas reflete o somatório de todas as emanações energéticas de todos estes corpos, e podem ser decifradas de acordo com o aspecto que é pensamento que estão "desenhadas' ao seu redor, e pelo perfume ou odor característico.



A aura também possui a característica de ser imanente, ou seja, magnética, e isso é importante de ser lembrado para que futuramente possamos compreender outros fatores que determinam as causas das enfermidades.



Ao contrário do que muitos imaginam aura não se encontra em torno de um corpo, envolvendo-o como uma camada luminosa, mas se encontra também no interior de cada um desses corpos, compondo a base sutil de sua estrutura orgânica, embora o termo normalmente se refira à composição energética “emanada” dele.




Cada indivíduo possui uma emanação energética pessoal e única.
Esta camada áurica revela o conteúdo moral, intelectual, emocional e comportamental do indivíduo, bem como suas oscilações de temperamento.




Quanto mais ampla em dimensão é a camada áurica, mais iluminado é o espírito. Quanto maior o seu brilho, maior seu conhecimento, cultura e intelectualidade. Quanto mais perfumada a aura, maior o sentimento de amor. E quanto maior o número de cores emitidas, maior será a aquisição definitiva do espírito.



A leitura da aura dos encarnados e desencarnados possui interpretações diferentes. A aura dos encarnados revela não só os aspectos acima, como principalmente o grau evolutivo no qual estagiam provisoriamente. Suas cores estão mais relacionadas às emoções e pensamentos momentâneos do que propriamente à aquisição definitiva do espírito. Portanto, nos encarnados, as cores da aura humana representarão diversos aspectos, a saber:





1. Branca: Pureza, Simplicidade, Serenidade, Harmonia e Paz Interna.



2. Verde Luminoso: simpatia, intelectualidade, euforia, alegria, controle emocional, jovialidade, empolgação e saúde física.



3. Amarelo: inteligência, cultura, dinamismo, astúcia, destreza mental e força emocional.



4. Laranja: Criatividade, sensualidade, prazer, força vital, alegria emocional, estabilidade e segurança pessoal.



5. Azul Claro: Tranquilidade, ponderação, tolerância, equilíbrio emocional perfeito, estabilidade e calma interior.



6. Violeta: Força moral, visão ampliada, profundidade, sentimentalismo elevado, prudência, mentalismo superior, sabedoria espiritual consciente.



7. Vermelho claro e brilhante: dinamismo, energia e força física, sagacidade, atividade física, saúde e força vital, sensualidade natural, simpatia eloquente, empolgação e alegria esfuziante.



8. Rosa: amorosidade, sinceridade, meiguice, doçura, harmonia emocional, sentimento maternal e protetivo.



9. Dourada: sabedoria plena, cultura e conhecimento plenos, sensibilidade, perfeição moral, divindade.



10. Verde escuro: depressão, angústia, saúde debilitada, tristeza, vícios ( na região onde se localiza a cor), confusão mental e emocional.



11. Vermelho escuro: agressividade, sensualidade e sexualidade extremada e instintiva, imoralidade, crueldade e sadismo, raiva, ódio e irritabilidade, dor física na região onde se localiza.



12. Negra: crueldade extrema e absoluta, mentalidade inferior, baixa moral, instabilidade emocional, torpeza mental, bloqueio da receptividade a qualquer orientação, arrogância e presunção desmedida, ódio.



13. Roxo escuro: vaidade, autoritarismo, falta de escrúpulos, maledicência, insinceridade, eloquência vulgar, irredutibilidade, ganância, desejo de poder, conhecimento mágico utilizado para o mal.



14. Azul escuro: impaciência, caos emocional, confusão mental, distorção de valores, insalubridade mental e moral, demência, incapacidade cognitiva com a realidade, periculosidade, agressividade não externada.



15. Laranja escuro: libertinagem, falta de escrúpulos, comportamento instintivo, reativo e agressivo, baixa moral, personalidade escandalosa, perversão sexual e sadismo, agressividade implícita.



16. Rosa escuro: falta de amor-próprio, ciúme, insegurança, falta de autodomínio, autopunição, martírio emocional e sofrimento intenso.



17. Amarelo escuro: pouca inteligência ,falta de cultura, primitivismo mental e moral, doenças de incapacidade mental tais como mongolismo e esquizofrenia, entre outras; egoísmo extremo, vaidade, orgulho, poder e força moral voltada para a autoglorificação, autoimportância e manipulação mental e moral alheia, falta de generosidade, avareza.



18. Dourado sem brilho: significa queda angélica, ou seja, espírito que galgava alta hierarquia espiritual e que sofre grande queda evolutiva por deixar aflorar antigos defeitos morais e, em experiência encarnatória, busca corrigir-se em difíceis missões dentro da humanidade. Além disso, associa-se a esta cor o mal-uso da sabedoria, o orgulho em excesso e o conhecimento não repartido.





Quanto aos desencarnados ou espíritos, podemos reconhecer as cores de suas emanações energéticas pela aquisição plena de determinadas virtudes, a saber:





1. Branca: purificação, bondade, fraternidade.



2. Amarela: sabedoria e conhecimento parcial, controle parcial da mente inferior e equilíbrio emocional.



3. Laranja: controle da sexualidade e do comportamento instintivo e reativo, criatividade e habilidades artísticas, vitalidade voltada para tarefas de proteção e auxílio à humanidade.



4. Vermelha: alto poder de controle mental, disciplina, força física voltada para a proteção (planetária ou pessoal); controle do instinto, agressividade moral, autoridade e dinamismo.



5. Rosa: amor purificado, amor fraternal e incondicional, harmonia, alto grau evolutivo nas escalas ascendentes, controle absoluto da mente inferior, atuação pelo chacra cardíaco ou chacra do amor, proteção e orientação superior, irradiação cósmica de amor.



6. Azul: pacifismo, harmonia, clareza mental, serenidade, sabedoria, comunicabilidade amorosa, força moral, dignidade e sinceridade.



7. Verde: dons de cura, paz, harmonia, amor fraternal, pureza emocional, conhecimento parcial, intelectualidade e inteligência descomunal. Facilidade de comunicação, Dom para lidar com as massas, pacifismo e poder de manipulação mental.



8. Violeta: alta intelectualidade e inteligência incomum, grande conhecimento, alto grau hierárquico espiritual, completo domínio mental, sobre si mesmo e alheio; poder mágico; facilidade de comunicação, vigor mental, astúcia, amor incondicional, moral quase perfeita.



9. Dourado: divindade, perfeição moral, alta intelectualidade, conhecimento total, alto grau hierárquico de comando, superioridade moral e intelectual, sabedoria; completo domínio sobre o instinto, a mente reativa e a emoção desregrada. São as cores dos Mestres e Mestras que interagem entre o plano divino e o humano.





Nota: Todas as auras sem brilho, escuras e a aura negra dos desencarnados revela aspectos opostos aos da virtude, sendo a aura negra a representação máxima da vilania, crueldade e maldade absoluta.





Estas são apenas indicações superficiais. Num estudo mais profundo, pode-se detectar toda a história, grau evolutivo, intenção, pensamento, emotividade, pureza, sinceridade ou mesmo os diversos quadros enfermiços de um indivíduo apenas pela observação de suas emanações energéticas. Podemos saber absolutamente TUDO sobre um indivíduo apenas pelo estudo detalhado de sua aura energética, mas isso faz parte de um estudo mais vasto, complexo e profundo.





Cristina Cereja

sexta-feira, 27 de abril de 2012

TRANSFORMAR-SE




Deus colocou à nossa disposição, ao alcance de nossas cogitações, a permanente possibilidade da transformação. Assim, quando quisermos, no momento em que desejarmos, poderemos livremente optar pela melhor atitude, pelo melhor sentimento, pela conduta mais harmonizada com os mecanismos invisíveis que regem o fenômeno da existência.

A possibilidade contínua de transformação é uma grande benção, capaz de retroceder o nosso passo em falso e nossos erros. Fomos criados com a potencialidade de cultivarmos a nós mesmos. Isso significa que colhemos da vida exatamente aquilo que semeamos. Nem mais, nem menos. Por isso podemos nos tornar grandiosos, muito maiores e mais felizes do que somos agora! Porém, isso depende de que nossa vontade se renda à possibilidade transformadora do momento presente, caso contrário, mais uma vez, permaneceremos na sombra da inércia existencial, nesse entediante e permanente constrangimento ao bom senso.

Como incomparável mão benevolente, estendida pela Misericórdia Divina, essa possibilidade de transformação nos aguarda, um pouco adiante, pairando soberana sobre nossa mente e coração, como se existisse uma certa pré-disposição do nosso ser, um convite permanente para a ascensão e para a glória de nossos desejos humanos.

Portanto, torna-se necessário que passemos a refletir e a decifrar com sinceridade o que somos agora, vislumbrando aquilo que poderemos nos tornar amanhã. A transformação da nossa natureza  interna requer a liberdade necessária que somente nós mesmos podemos nos conceder. Somente assim, despojados do traje gasto de nossas convicções enraizadas, vestiremos a túnica luminosa do renascimento interior, pois teremos dado o passo resoluto, com a firme certeza de que, em todos os instantes, saberemos colher a renovação.

Assim, à medida em que convivemos com a alegria da presença divina, na intimidade mais profunda de nosso ser, devemos nos aplicar em aprender a compartilhar essa alegria com aqueles necessitados de valores mais sublimes, pois eles também partilham aquisições, na única jornada do aprendizado evolutivo. Se hoje nosso entendimento da verdade alcança um vislumbre maior, ainda ontem tateávamos nas trevas do egoísmo, da pobreza e da ignorância espiritual. Todo coração é terra fértil a ser cultivada no momento devido.

Se hoje já conseguimos olhar para dentro de nós mesmos, à procura do "tesouro oculto", é porque as falsas luzes do superficialismo já não mais satisfazem nossos anseios. Portanto, façamos esforço para que nossas melhores aquisições passem, agora, a serem creditadas na conta de nossa alma. Cientes das possibilidades interiores, lembremos que nossos passos andarão vacilantes durante todo o tempo incontável em que percorreremos o caminho do verdadeiro amor. Lembremos de que os verbos saber e ser são sinônimos. Também o são aprender e ensinar, praticar e servir.

Na luta pela predominância interna da luz sobre nossa sombra, devemos aprender a cultivar o dom de recomeçar. A queda, embora deva ser deliberadamente evitada, é o véu negro dos nossos dias sombrios durante nossa passagem sobre a Terra. E queda é toda oportunidade perdida de expressar através de pensamentos, palavras e obras, o amor aos semelhantes. No entanto, ao caírmos, devemos aprender a nos reerguer acima dos nossos próprios enganos. A justiça divina infinitamente nos apresentará inusitadas oportunidades para restituirmos o mal por nós cometido, e também para empreendermos o bem não realizado. Todo o êxito estará sempre em nossa perspicácia em saber distinguir e aproveitar as oportunidades de compensação e recomeço.
 E antes que o mal lance suas raízes no coração do nosso irmão, face às expressões de nossas limitações de tolerância e compreensão, não hesitemos em pedir-lhe perdão. Ainda que possamos obter como resposta o doloroso revide à nossa falta cometida, não temamos assumir nossa natureza falível, natural a todo ser humano, porém, continuemos reafirmando, com humildade, nosso convite ao entendimento, porque Deus certamente se encarregará do resto. Ante qualquer ofensa recebida, perdoa! Perdoar é afirmar nossa íntima disposição em compartilhar os sublimes ideais do Mestre, que agora passam a ser também os nossos...

Vitória e queda são duas estações onde estagiaremos transitoriamente durante a grande jornada para a iluminação de nosso ser. Aprenda a recomeçar! Na tristeza de sua queda ou na alegria de seu triunfo, Deus estára sempre contigo!



Amorosamente

Cristina L. Cereja




quarta-feira, 25 de abril de 2012

Cura Coletiva: História, Expiação e Redenção

Se fizermos um pequeno esforço, podemos modestamente entrever através da História do Mundo os laços eternos que ligam todas as gerações nos surtos evolutivos do planeta. Apesar de muitas vezes o palco e o cenário das civilizações terem sido profundamente modificados, nós atores continuamos os mesmos, caminhando, vagarosamente, nas lutas purificadoras em sucessivas encarnações curativas, para a Perfeição Divina.
Nos primórdios da Humanidade, o Homem foi naturalmente conduzido às atividades exteriores, desbravando o caminho da natureza para a solução de seus problemas vitais. Porém, um pouco mais adiante no tempo, foi proclamada a sua maioridade espiritual através dos Sábios da Grécia e das organizações romanas. Nessa época, a vinda do Cristo ao planeta assinalaria o maior acontecimento para o mundo, uma vez que seu Evangelho seria a eterna mensagem do Céu que ligaria a Terra ao reino luminoso de Jesus, na hipótese de que o Homem pudesse assimilar sua espiritualidade através dos ensinamentos divinos, e dessa forma curar-se-ia paulatinamente edificando o Bem em si.
Porém, a pureza dos ensinamentos de Cristo não conseguiu manter-se intacta. No decorrer dos três séculos seguintes à lição santificante de Jesus, o assédio das trevas domina o coração e a mente dos homens. Surgem a falsidade e a má-fé adaptando-se convenientemente aos poderes políticos, religiosos e econômicos do mundo, distorcendo todos os princípios cristãos ao favorecer as doutrinas de violência legalizada. Inutilmente, foram então enviados do Alto os emissários e discípulos mais queridos do Mestre Jesus ao ambiente das lutas terrenas, na vã tentativa de tentar reverter este doloroso espetáculo de horror. Quando não foram trucidados pelas multidões delinquentes ou pelos carrascos das consciências, foram obrigados a render-se diante da ignorância humana.
Revendo os quadros da História do mundo, sentimos um frio cortante neste crepúsculo doloroso da civilização ocidental. A história da humanidade nos alude basicamente a dois tipos característicos de homens: os heróis ou evoluídos, e os maldosos ou involuídos, ambos com os seus consequentes prêmios ou castigos. Porém não sabemos exatamente o que acontece com os milhões de homens que vêm, vivem, passam pela Terra e não deixam marcas. Homens cujas vidas se diluíram em meio à vida das multidões. Homens que, com seu trabalho e dedicação, deram aos heróis condições de realizar seus grandes feitos. Homens que com sua sagacidade e vilania proporcionaram aos grandes vilões a semeadura das maiores desgraças humanas. Homens que vieram e viveram pressionados pela sociedade ou foram praticamente escravizados pelos mais sagazes. Porém, durante estes milhões de anos em busca da Cura evolutiva, a raça humana ainda não exercitou o bem viver, com exceção de uns poucos.
Desde essa época, o progresso espiritual da humanidade ficou estacionado, e até mesmo sofreu uma regressão. Tornou-se incompatível a evolução espiritual com os meios encontrados pelo homem físico para aquisição do conhecimento. É por esse motivo que, ao lado dos maiores avanços científicos e tecnológicos, como a internet, que liga todos os continentes e países da atualidade, e que deveria servir como indicador para os imperativos das leis da solidariedade humana, vemos o conceito de "civilização" insultado por todos os princípios patriotas de isolamento, enquanto os povos e as religiões se preparam para o extermínio e para a destruição.
Em nome do Evangelho, se cometeram e ainda são praticados todos os absurdos nos países ditos cristãos. Na verdade, a civilização ocidental não chegou a se cristianizar. Na França tivemos a guilhotina, a forca na Inglaterra, o Nazismo na Alemanha, as fogueiras na Inquisição Europeia, e ainda hoje a cadeira elétrica na América da “fraternidade” e da “concórdia”. Isto para nos referirmos tão-somente às nações supercivilizadas do planeta. Em nome do Evangelho padres abençoaram os canhões e as metralhadoras da conquista. Em nome de Deus, milhares foram torturados e morreram nas fogueiras da Inquisição Espanhola. Em nome de Cristo espalharam-se, nestes vinte séculos, todas as discórdias e todas as amarguras do mundo, através de religiões que se propagam entre os choques da força e da ambição, do egoísmo e do domínio.
                Porém, chegará o tempo em que todos os valores humanos deverão ser reajustados, infelizmente através de dolorosas expiações coletivas, como as recentes tragédias climáticas que se espalham pelo mundo: os constantes terremotos, tornados e inundações por todos os cantos do planeta, que obrigarão o Homem a se redimir perante o Divino, apontando seus verdadeiros caminhos. A dor se incumbirá do trabalho que os homens não aceitaram por amor, pois a Lei Divina prega que todas as realizações humanas deverão ser conduzidas para o Bem da Humanidade, e o homem ainda está muito aquém deste ideal. Todo o orbe planetário deverá ser regenerado, curado pelo sofrimento, higienizado para que as futuras gerações possam se estabelecer em formas de vida mais depuradas. A cura coletiva se fará pela dor, onde todo o Mal - cujas forças derradeiras ainda operam no inconsciente coletivo e individual de cada um de nós, habitantes do plano Terra - será compelido a abandonar a sua derradeira posição de domínio nos ambientes terrestres. Ditadores, exércitos, hegemonias econômicas, massas versáteis e inconscientes, guerras inglórias, organizações seculares, tudo isso passará como a vertigem de um pesadelo, pois a vitória dos involuídos, através da força e da violência, é como uma claridade de fogos de artifício.
Trabalhemos pela Cura do Mundo, ainda que a nossa oficina esteja localizada no deserto de nossas consciências. Todos somos dos chamados ao grande labor da depuração moral, e o nosso mais sublime dever é responder aos apelos evolutivos de nosso próprio espírito, desenvolvendo em nós o Amor, para benefício do Todo.




Cristina Lessa Cereja
Baseado na Obra de Emmanuel “A Caminho da Luz”

sábado, 21 de abril de 2012

Doença: deformidade moral da Consciência




O ser Humano é composto de um complexo sistema de corpos, ou níveis de consciência, os quais atuam em conjunto, sendo que cada parte isolada corresponde a um aspecto desta mesma consciência. É a consciência primordial que comanda todos os outros níveis, inclusive o funcionamento dos corpos relacionados a estes níveis até chegarmos ao nível físico. O corpo físico, portanto, é o somatório destes corpos, sendo a parte concreta de manifestação de nossa alma, no nível da terceira dimensão, e por isso também chamado de corpo somático.

Ora, se conseguimos compreender que o corpo não pode atuar sem o comando desta consciência, e que todos esses nossos aspectos se manifestam no corpo material, podemos também deduzir que a doença é uma manifestação do desajuste desta consciência em um ou mais níveis. E que também esta doença é manifestada em nosso corpo como um sintoma que gera dor e sofrimento, mostrando-nos, em linguagem própria, que algum aspecto de seu ser necessita cuidado e atenção. Quer queiramos ou não, a doença nos obriga a freiar determinados comportamentos e afazeres, forçando-nos o foco em seu sintoma específico.

O sintoma é a linguagem de nosso corpo. Ele mostra, de forma clara, que algo não vai bem. Mas este “algo” não é externo a nós como ainda crê a medicina ortodoxa, e sim interno, e como vimos se remete à profundidade de nossa consciência. O sintoma é o nosso mestre incorruptível. Ele nos ensina, às vezes a duras penas e com sua linguagem própria, o que deve ser corrigido em nosso ser total. Mais do que qualquer médico ou curador, o sintoma é quem melhor nos conhece, e sabe exatamente o que deve ser feito para corrigir determinada desarmonia de nosso conjunto psicossomático. Apenas não sabemos como interpretar esta linguagem. Portanto, neste aspecto, a doença física é a manifestação sintomática em nosso corpo somático que deriva de uma desordem ao nível profundo da alma. Portanto, ela é uma tentativa de correção deste desajuste.

Podemos compreender então que a doença é a nossa cura, e o que chamamos de doença nada mais é do que um sintoma desta doença consciencial que no corpo se manifesta. De acordo com esta visão, a tão temida “Morte” nada mais é do que a conclusão de mais uma etapa de cura espiritual. Não existem fracassos em Cura, mas sim etapas pelas quais precisamos passar para a depuração moral de nosso Ser.  Quando alguém não se cura, significa que ele chegou até o limite onde poderia chegar. Existe mais alguma coisa a ser aprendida.

Através da morte, ou concluímos uma dessas etapas de transformação, ou damos prosseguimento a ela, encerrando estágios de aprendizado moral dentro num aspecto individual específico. Todas as experiências encarnatórias, ou mesmo as vivenciadas em dimensões mais sutis de existência, são válidas. Não existe nenhuma experiência que seja negativa. Tudo é positivo no percurso ascensional, mesmo as aparentes quedas.

Tudo o que é provisório é apenas degrau... Busquemos a cura de nossa alma!

Existe um significado pessoal profundo em cada doença. E afinal, não estamos mesmo destinados a sermos eternos no corpo físico.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...