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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Doenças causadas por Ovoides




          A ovoidização é o processo pelo qual o espírito desencarnado, após vários processos de degeneração da forma perispiritual, toma a forma ovalar, que representa uma espécie de "casulo", um invólucro para a consciência em último estágio, antes da perda definitiva de seu corpo perispíritco, ou da segunda morte.
 

Quando a consciência entra num processo de estagnação, devido a uma grave crise interna, causada por uma grande dose de remorso, inicia uma espécie de circuito fechado de pensamentos e emoções, de culpas e de auto-punições. Para se chegar ao estado de ovóide, é necessária que a dor da culpa seja tão imensa a ponto da propria consciência se enclausurar, como se ela própria se aprisionasse dentro de um "ovo" astral, onde constantemente rememora seus débitos para com a humanidade e a vida, numa espécie de monodeísmo autodestrutivo. Pune-se ao ponto de desejar destruir-se como consciência e perder sua existência imortal.

Este "ovo", ou "casulo", é a representação dos restos do corpo espiritual, cuja forma está em via final de deteriorização. Progressivamente, enquanto a consciência vai perdendo a sua forma humana, este despojo residual vai formando em volta do corpo mental uma espécie de capa ou invólucro, dentro do qual então hiberna a espírito refém de si mesmo. A forma ovóide é um corpo mental doente, embora guarde na memória os registros de todos os órgãos de exteriorização de sua personalidade, de forma análoga ao registro do DNA na formação de um corpo físico.

Na maioria dos casos estes espíritos infelizes não tem consciência do que lhes ocorre, mas isso dependerá em muito do desenvolvimento intelectual e da atividade mental do indivíduo que se projeta neste estado ovoidal. Imersos em suas culpas, punem-se mentalmente, o que acarreta a perda da forma perispiritual. Porém, mesmo neste estado, há espíritos de grande atividade mental e intelectual que, mesmo perdendo a forma humana, conservam sua capacidade de raciocinar e agir, embora de forma fragmentada e algo reduzida.

Antes de se tornar um ovóide, o espírito passa por um estágio conhecido como zumbificação. Ainda detentor de certa lucidez, assiste a cada detalhe da perda progressiva de sua forma humana, e instintivamente, possui impulsos que o levam a tentar reassumir sua forma que se esvai aos poucos. Como não reúne condições de mantê-la por si mesmo, tenta se apossar de outros seres, como se fosse um zumbi. Arrasta-se pelo solo astral sem nenhum impulso consistente de modificar-se interiormente, e, antes de se converter em ovóide, o espírito se contorce, geme, rasteja e vai se extinguindo, semelhante a um ataque epilético de longa duração, até que enfim sucumbe pelo peso da própria rebeldia e culpa.

Num estágio mais avançado de transfiguração da forma espiritual, as funções vitais do perispírito são temporariamente suspensas, e todos os impulsos e experiências passam a ser vinculadas ao corpo mental, e por ele dirigidas, ainda que este também apresente certa degeneração, devido obviamente à condição anormal em que se encontra. Após a segunda morte,  o veículo de manifestação da consciência passa então a ser apenas o corpo mental degenerado.

         Estes despojos de matéria que são desprendidos do perispírito, quando, em seus vários estágios, vai perdendo a sua forma perispiritual, são reabsorvidos pela natureza e pelo ambiente do plano astral, da mesma forma que ocorre quando da perda do corpo físico, cuja matéria e energia putrefadas vão novamente sendo reabsorvidas pela natureza e pelo ambiente material. Essas energias voltam a ser fluido vital e serão reaproveitadas em outras construções.

          A transmutação do corpo espiritual em ovóide se dá de forma lenta, e não imediata ou direta. São raros os casos em que isto ocorre. Ao longo de todo o processo, irá adquirindo outras aparências, em etapas graduais de degeneração, até chegar à forma ovóide. Existem casos em que o organismo sofre uma espécie de implosão, por meio de interferências de origem externa, como a hipnose. Alguns espíritos obsessores, como magos negros e cientistas, ao aprisionarem seres de suas dimensões equivalentes, utilizam-se de técnicas hipinóticas premeditadas, que rapidamente induzem o espírito a transformar-se em ovóide.

Até a perda definitiva do corpo perispiritual, este invólucro ou ovo será ainda um descarte provisório da forma humana, que durará o tempo exato em que a consciência permanecer em estado crítico de circuito fechado, até que se imbuia de vontade para corrigir-se e empenhar-se novamente em seu percursso evolutivo. Na esmagadora maioria dos casos, porém, as causas da degeneração espiritual podem ser divididas em tres categorias básicas:

 

1.    Inexperiência espiritual: espírito primitivo que desconhece por completo a vida após a morte. Ao se ver no plano astral, desenvolve um profundo medo de desconhecido, e retira-se do convívo com os outros seres deste plano, mantendo seus pensamentos cincunscritos à vida material perdida, como se se mantivesse constantemente numa forma de transe pós-morte. A fixação neste padrão de pensamentos acaba comprometendo a estabilidade do corpo perispiritual. Com a crise interna estabelecida, suas emoções e pensamentos ficam confinados a um circuito fechado, que, com o tempo, o levará progressivamente à perda da forma humana. Sem estímulos, os órgãos psicossomáticos se atrofiam, e lentamente vão modificando suas formas e funções até retraírem-se dentro de uma forma oval.

2.    Emoções e Pensamentos Doentios ou Vingativos: é o  Monodeísmo causando a involução da forma, num processo de autohipnose sujeito à própria força mental da fixação numa só idéia e pensamento permanente. À medida em que o estado íntimo de desequilíbrio vai se instalando, o corpo perispiritual vai se decompondo gradativamente. Estes ovóides, em geral, se fixam nas auras daqueles com os quais mantêm afinidade vibracional, causando em ambas as mentes – hospedeiro e parasita – um círculo vicioso de culpa, ódio, remorso e vingança.

3.    Grandes Vilanias: espíritos que causaram crimes hediondos contra a humanidade, e depois não suportam o visão e a lembrança das atrocidades cometidas em desfavor do progresso, transformando-se em espíritos dementes, sob o peso da imensa culpa e do remorso destruidor.
 
     Atormentados com a agressividade e a crueldade de sua própria alma, fecham-se num monodeísmo enfermiço e na hipnose dos sentidos, causando a retração dos órgão perispirituais, tal como no segundo caso acima. Em outro processo, este espíritos vilões da humanidade também podem ser degenerar, não pelo remorso ou pela culpa, mas pela recusa em reencarnar, detendo o progresso que fatalmente obteriam, caso reencarnassem. Preferindo manter-se nesse estado íntimo de ferocidade, fogem indefinidamente às encarnações. Devido á atração inevitável da gravidade terrestre, os tecidos do corpo etérico se degradam vagarosamente, em etapas, modificando-se sensivelmente ao longo do tempo. Tendo suas ações restringidas por este processo, muitos recorrem à ciência astral ou aos recurso da magia, erguendo à sua volta poderosos campos magnéticos de contenção molecular, neutralizando até certo ponto o impulso da desagregação molecular de seu psicossoma. Ou, como alternativa, tentam compor uma espécie de corpo artificial, com o qual passam a agir entre seus semelhentes, assim que a situação de seu psicossoma se torna gravemente insustentável. Porém, de nada adiante burlar a Lei. Somente através da reencarnação é que o espírito que perdeu sua forma fisica espiritual poderá plasmá-la novamente, de forma duradoura.

 

Quando o espírito que se encontra em estado ovóide, ao contrário, apresenta condições de retroceder em sua marcha autodestrutiva, será reconduzido a um útero, físico ou espiritual, ou mesmo será encaminhado a sessões mediúnicas para o processo da incorporação, a fim de receber o choque vibratório ou anímico que fará com que desperte novamente  em sua consciência as lembranças de seu antigo corpo e de suas potencialidades esquecidas. Porém, a maior parcela da recuperação dos ovóides ocorre no plano astral e nas reencarnações sucessivas.

No que tange à gravidez espiritual, ocorre, em linhas gerais, o seguinte: os espíritos que já possuem condições de serem ajudados passam por uma redução de sua forma ovóide, e são acoplados ao útero extrafísico de um espírito mulher. Haverá então um acoplamento áurico entre ambos. A matriz do útero materno perispiritual, em conjunto com os modelos mentais da mãe desencarnada, irá reagrupar as energias da natureza, moldando novamente a forma humana ao ovóide acoplado a seu corpo espiritual. Após o contato com o útero materno, o processo se torna automático. O corpo mental do ovóide acoplado ao útero da mãe espiritual é desperto pelo choque anímico, elaborando em conjunto com o órgão reprodutor que o abriga, um perispírito completamente novo, adequado às necessidades de seu espírito. Assim, como na gestação do plano material, irá capacitar o espírito a manter a conformação física do psicossoma recém-formado. O útero materno, tanto no plano físico como no extra-físico, é um potente transformador de energias, vivo e atuante, perfeitamente capaz de transubstanciar elementos sutis, devolvendo a configuração humana àqueles que a perderam. Nesse processo, a mãe desencarnada não vai parir um novo espírito, apenas auxiliar na recosntiuição de uma forma humana que de dissipou, com as energias que porta em sua matriz uterina. São escolhidas para tal tarefa, recentes mães desencarnadas. Este fenômeno, embora possa causar estranheza a princípio, não é raro de ocorrer.

Após a reconstituição do corpo perispiritual, aí sim serão reconduzidos a um útero de uma mãe encarnada, na reencarnação necessária à correção deste espírito autodestrutivo. Ao compor as células de um novo corpo material, irá consolidar a configuração construída no plano astral. Muitas vezes, estes espíritos passam de forma muito ligeira pela vida material, para novamente retornar ao plano espiritual, se ocupando com afinco da reeducação de seus comportamentos e pensamentos, visando futuras reencarnações corretivas.

Em alguns casos de gravidez psicológica, observa-se que foram vinculados ao corpo materno espíritos ovóides. Sem necessidade de haver união dos sexos, um ou mais espíritos são ligados ao corpo da suposta mãe, apenas para se exporem à repercurssão vibratória causada por um perispírito e um corpo humano saudável. Essa experiência tem por finalidade a tentativa de estimular a criação perispiritual de um espírito necessitado, através do choque anímico, além da obtenção da colaboração do psiquismo da mãe na elaboração de um novo corpo.

Existem porém casos em que o espírito ovóide, ao ser resgatado, pode levar dezenas de anos até reconquistar definitivamente a aparência humana. Na hipótese de um espírito que vive na condição ovóide apresentar maturidade para assumir novamente a forma humana, tal caso irá requerer internamento em clínicas especializadas dos Planos Superiores, onde poderá ficar imerso em substâncias de elementos sutis por longo tempo, até a restituição parcial de seu corpo espiritual. Esse material tem a propriedade de absorver elementos tóxicos insalubres aderidos à sua forma, para que não coloque em risco o corpo da mãe encarnada em que será acoplado, devido à baixíssima vibração de seus corpos astrais. Para a reconstituição definitiva, porém, será necessária a reencarnação, pois somente assim recuperará a forma em caráter duradouro, podendo raciocinar com mais lucidez a respeito dos próprios valores, atos e consequências.

É importante nos precavermos quanto à periculosidade que essas entidades representam. Transformam-se em vampiros astrais, buscando seres com os quais possam estabelecer sintonia, no processo conhecido como simbiose. No quadro das obsessões complexas, são muitas vezes utilizados por espíritos obsessores, que os colhem no ambiente astral, enxertando-os nos corpos espirituais de suas vítimas, com diversas intenções, ou mesmo em experiências laboratoriais de enxerto mental em cascões, ou confeccção de computadores orgânicos (formados pela associação e conexão energética de diversas mentes ovóides).
 
Algumas doenças e sintomas específicos podem estar associados à presença de ovóides acoplados à nossa aura ou inseridos nos corpos sutis. Dentre eles destacamos:
 
1- Depressão: a tristeza profunda quando gerada pela culpa ou pelo remorso pode estar associada à presença de ovoides no campo áurico, mais propriamente na região dos chacras superiores.
2- Apatia: o desânimo, a fraqueza, a falta de motivação, e a "entrega" em relação à vida são sintomas associados à presença de ovóides na região inferior do campo áurico, ligados aos chacras que regem os corpos mais densos: Básico, Sexual, Plexo Solar, Esplênico.
 
 
3- Agressividade: comportamentos agressivos, principalmente os associados à crueldade implícita. Neste casos, é comum que alguns ovoides - mentes desregradas no mau uso do livre-arbítrio e sagazes em seus propósitos - estejam acoplados à uara do corpo mental, em associação simbiótica. Causam uma espécie de hipnose, onde claramente o sujeito muda radicalmente seu comprotamnetos,aparenta estar totalmente controlado por algo externo a si. Muitos dignósticos de bipolaridade estão associados à presença insalubre de ovoides no corpo mental.
4- Câncer e tumor: Em agumas ocasiões, quando nossa tela áurica é rompida devida aos excessos emocionais, este ovoides podem penetrar em nosso corpo etérico, alojando-se a determinados órgãos, associados ao tipo de emoção daninha que é projetada. Devido á sua toxidade extrema, contaminam este órgão, levando com o decorrer do tempo, à sua degeneração, podendo causar até mesmo câncer e tumor.
 
5- Enfraquecimento dos órgãos: Muitas vezes o mau funcionamento, ou mesmo a paralisia de alguns órgãos está associado à presença de ovoides acoplados a eles, já que são vampiros energéticos que se alimentam de determinada energia mental e emocional proferida. Quando esta energia, por necessidade kármica é drenada para algum órgão específico, podemos atrair esse tipo de parasitismo em algum órgão específico.
 
 
Em nossos atendimentos, temos visto  mais comumente a presença de ovoides localizados no baço, no pâncreas e no fígado, visto que estes órgãos são filtros emocionais para sentimentos de raiva, agressividade, tristeza e melancolia, regidos pelos chacras esplênico e hepático, controladores tantos dos estados emocionais como da vitalidade física.


 
Muito comum também é encontrarmos mulheres com dificuldade de engravidar que tenham alojados em seu útero perispiritual a presença de vários ovoides. Atraídos muitas vezes pelo remorso, a grande maioria destas mulheres já realizou algum aborto anterior, gerando um posterior sofrimento devido ao arrependimento tardio. Isto ocorre mesmo quando o aborto foi realizado em vidas passadas, comprometendo todo o sistema reprodutor e criando um karma com a questão da reprodução em vidas posteriores. Muitas das más-formações fetais podem estar associadas á presença de ovoídes no útero persipiritual, pois, se não impedem a fecundação, irão contaminar todo o processo da gestação causando deformações no processo de formação do feto.
 
  A detecção destes ovóides só pode ser realizada, por enquanto, através da vidência e da clarividênia. A remoção dos ovóides requer muita cautela, devido á extrema sensibilidade destas almas sofredoras, que devem ser imediatamente encaminhadas para um local especializado neste tipo de atendmento no plano espiritual. Também podem ser remviados através da incorporação mediúnica, mas é um processo bem delicado. Aós sua remoção, deve-se limpar bastante a região, que fica apodrecida e bem ferida no local onde ficou alojado o ovoide, e abastecê-la energeticamente por bastante tempo, processo que será descrito em próxima postagem.
 
Não devemos desprezar estes contágios energéticos que minam nossa saúde e equilíbrio. Enquanto a medicina desprezar estas causas, continuaremos tratando os sintomas e prorrogando a nossa cura.
 
 
POR CRISTINA LESSA CEREJA
 
 
 
 

sábado, 12 de maio de 2012

Utilizando os conceitos de energia e organização celular na Cura


Toda doença manifestada no campo físico provoca uma desorganização celular. Essa distonia funcional deriva de um desequilíbrio provocado por fatores anímicos, internos e profundos - emoções, pensamentos, traumas, crenças limitantes, vícios comportamentais, etc -  que irão facilitar a ação de agentes externos sobre o foco do desequilíbrio.


Desta forma, onde houver este estado de desequilíbrio celular, haverá perda energética. E como já estudamos anteriormente, todo perda de energia se traduz em calor. Portanto, quando colocamos nossas mãos sobre um corpo de um paciente, poderemos sentir as áreas onde ocorre uma maior concentração de calor. Nestas áreas estarão o foco do desequilíbrio energético. Nestes locais, o corpo do paciente está perdendo energia, está desequilibrado a nível celular. Ou ao contrário. Poderemos passar as mãos e sentir regiões frias. Significa que nesta região há um bloqueio, não há troca ou emissão energética, o que pode ser causado por vários fatores, mais comumente a ligação com espíritos obsessores.


Foto kirlian do dedo indicador de
uma pessoa em desequilíbrio
Todas essas vibrações serão transmitidas pelo núcleo da célula. Forte se for saudável, e fraca se for doente. Cada órgão, assim como cada chacra, emite um tipo de vibração específica, que dá à sua densidade uma coloração relativa a essa qualidade energética. Se a cor e a temperatura estiverem alteradas, o órgão ou chacra está em desequilíbrio. Curamos ao emitir a este órgão ou chacra sua coloração correspondente, ou densidade energética natural.

Quanto mais próximos ao solo, mais quentes e densas são as energias, e quanto mais próximas ao céu, menos densas e mais frias serão estas energias. Podemos concluir que quanto mais espiritualizada é uma pessoa, ou seja, regida pelos chacras superiores que possuem uma energia “fria”, menos quente é o seu campo energético. Sentimos em suas mãos um aura fresca e leve. E quanto menos espiritualizada, mais quente e pesada é a aura do paciente, pois é mais ligada à energias materializadas dos chacras inferiores.

Consequentemente, um curador de energia densa muito pouco poderá fazer por um paciente de energia mais sutil. Enquanto que o curador de energia sutil pode fazer muito por todos os tipos de paciente.




Sutilizar a própria energia para melhor utilizá-la na Cura significa o esforço consciente de operar transformarções profundas em nós mesmos e em nossos hábitos de vida e alimentação. Sem o compromisso pessoal de autotransformação não se cura ninguém.

Ninguém pode dar aquilo que não tem! Por isso, antes de curar ao próximo, e necessário curar a si mesmo!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O CORPO MENTAL E SUAS ENFERMIDADES



O corpo mental é o grande arquivo que contém toda a memória evolutiva da alma, tendo a capacidade de organizar e arquivar cada experiência, suas ações e suas conseqüências correspondentes. Nele originam-se as faculdades mais complexas da alma, desde o desenvolvimento do instinto até o atributo da razão. Estão registrados no corpo mental todas as imagens, fatos, pensamentos e emoções, na seqüência temporal da evolução individual, o que não significa dizer que corresponda à seqüência do tempo como é contado na Terra.




O corpo mental é subdividido em superior e inferior. O corpo mental superior corresponde à oitava camada corpórea, ou ao Eu Superior. Nele as imagens arquivadas de toda a evolução da alma, formam uma espécie de hipercampo com suas hiperfiguras, vinculados a um fator espaço-tempo diferente, ou a uma dimensão mais sutil e superior (8ª. Dimensão). Conserva, portanto, a consciência cronológica de todos os fatos vivenciados pelo espírito ao longo de sua existência, com seus respectivos aprendizados e conhecimentos adquiridos. Portanto, possui a capacidade não só de arquivar, como a de lembrar, argumentar e analisar todas os ocorrências. Representando a condição moral mais superior do espírito, a memória está livre para agir na forma de intuição divina, atuando na coordenação das experiências evolutivas, no que podemos denominar de “superconsciente”.

O corpo mental inferior é a quarta camada corpórea sutil do conjunto dos corpos somáticos do Homem, subseqüente ao corpo emocional, ao corpo etérico e ao corpo somático ou corpo físico. Nele estão arquivadas todas as memórias das ocorrências relacionadas ao propósito evolutivo da experiência na matéria física. Ou seja, é a proposta evolutiva em determinada experiência que irá definir quais serão as memórias necessárias ao desenvolvimento e ao progresso da alma no aprendizado material. Esta escolha é feita pelos programadores da reencarnação. Portanto sua memória é limitada pela experiência material e pela aparelhagem cerebral física, atuando somente para os aspectos que serão trabalhados no aprendizado necessário ao espírito, durante sua passagem pelo mundo físico. Assim, todo o programa para a vida material também está guardado no corpo mental inferior, no setor que denominamos “inconsciente”.

A sensibilidade do corpo mental não deve ser confundida com a sensibilidade física, uma vez que o primeiro recebe estímulo de dimensões mentais, bem mais sutis do que as recebidas do mundo material. Sua capacidade intelectiva e sua inteligência são inerentes à sua própria estrutura hiperenergética. Através das suas capacidades de discernir, pensar, avaliar, raciocinar, compreender e assimilar, manifestamos nossa essência divina, utilizando a vontade como a expressão máxima de nosso espírito no campo da individuação.

Por isso, ao enfermar, seus sintomas são bem perceptíveis, podendo ser identificados com atitudes tais como:

  1. Necessidade exagerada de se expressar e falar sobre si mesmo.
  2. Dificuldade de se auto-expressar e assumir sentimentos, pensamentos e necessidades.
  3. Incapacidade de externar opiniões, idéias, preocupações e emoções, cujos bloqueios acabam por congestionar o chacra laríngeo.
  4. Possuir raiva que provoca tristeza, e a contenção do choro.
  5. Dificuldade de se comunicar, manifestada na pronúncia incorreta das palavras, que são articuladas de forma pouco inteligível.

O adoecimento do corpo mental, quando duradouro e intenso, acaba por atingir o corpo físico, através do rebaixamento vibracional, na região do chacra laríngeo. Portanto, podem surgir doenças e problemas nos seguintes órgãos:

1.    Garganta: infecções, laringite, faringite, amidalite, gagueira, sensação de aperto e sufocação.

2.    Glândulas tireóide e paratireóide, em suas diversas manifestações enfermiças.

3.    Boca: gengivite, mau-hálito, infecções, dores localizadas, língua presa, etc.

4.    Articulação da mandíbula: dores, inflamações, dentre outros.

5.    Cordas vocais: calo, rouquidão, perda da voz, etc.

6.    Traquéia, laringe, faringe, pescoço, em enfermidades mais graves, como cistos, tumores e câncer.

7.    Vértebras cervicais.


As enfermidades mentais estão subordinadas a certos defeitos morais que ainda persistem na alma, ou cujo morbo psíquico, acumulado no perispírito durante as várias vidas em que o espírito persistiu no erro, ou continua a ser alimentado, necessita ser expurgado. Sobrecarregado o perispírito, esta energia malsã é repassada ao corpo físico, que sente imediatamente o impacto, devido á intensidade das energias adensadas no corpo mental. Os principais causadores das doenças mentais são:


1.    O egoísmo em todos os seus aspectos.

2.    A dificuldade em doar-se e nutrir-se afetivamente

3.    A dificuldade em amar indiscriminadamente, não se sentindo ligado ao Amor Universal e Humanitário.

4.    Falta de amor e de compaixão pelo próximo e pelo mundo. A pessoa é insensível a tudo, privando-se de experimentar sentimentos de fraternidade, de participar e conviver com a vida alheia.

5.    Apego excessivo, dependência emocional, autopiedade.

6.    Possessividade e ciúme obsessivo.

7.    Ressentimentos e mágoas profundas que provocam revolta e endurecimento emocional.

8.    Dificuldade de perdoar.

9.    Raiva, ódio e inveja.

10. Orgulho, que provoca o ressecamento da alma.

11 - Complexo do onipotência, manifesto nos sentimentos, muitas vezes inconscientes, de superioridade e arrogância.



A ascensão espiritual e o aperfeiçoamento da vida humana estão diretamente relacionados à elaboração de recursos mentais superiores e á maior atividade do corpo mental, que, no decorrer das várias experiências evolutivas, vão sendo produzidas pela superação das lutas diárias e sucessivas. Esse estado mental superior produzirá a desintegração das velhas crenças, ultrapassadas e consolidadas, que devem ser substituídas aos poucos por uma visão mais ampla e por uma compreensão maior da realidade, transformando-se num estado mental mais saudável e abrangente, de acordo com as necessidades requeridas pela nova etapa evolutiva humana. 

terça-feira, 1 de maio de 2012

ETAPAS DA CURA NA EXPRESSÃO INDIVIDUAL



“Não é livre quem não obteve domínio sobre si mesmo.”


 Pitágoras

           
Durante o decurso de sua vida, ou mesmo no período entre vidas, o indivíduo pode vir a se expressar com mais preponderância de acordo com os atributos de um determinado corpo somático. O próprio Eu Superior é quem comanda as manifestações corpóreas dominantes, de acordo com o meio no qual a personalidade estagia, sua finalidade e suas necessidades evolutivas.

Este fato, porém, não torna o indivíduo um ser melhor ou pior, mas apenas reflete mais fortemente uma particularidade de expressão passageira de seu próprio Eu, necessária momentaneamente ao seu necessário estágio evolutivo em foco. Tais características poderão ser modificadas numa mesma existência, ou mesmo na erraticidade.

            Quando o espírito se caracteriza mais fortemente pelo padrão emocional, ao invés do racional, significa que, naquele momento evolutivo em questão, seu corpo emocional atua momentaneamente sobrepujando o corpo mental, revelando um momento passageiro, ou um estágio inferior de evolução. Determinadas características mais marcantes podem revelar um indivíduo que atua restritamente no padrão emocional:


  • Necessidade de “muletas” psicológicas, que sustentem sua relação com a vida. O indivíduo demonstra em geral uma tendência mais religiosa, dependente de imagens e simbolismos, muito recorrentes em sua vida diária.
  • Sua visão particular da vida fica mais limitada, suas avaliações são prejudicadas pelo emocionalismo, sujeitando-o mais facilmente a manifestar certas neuroses e psicoses, manifestadas na falta de objetividade, de bom senso e de maturidade, que dificultam alcançar uma visão mais abrangente da vida.
  • Seu comportamento é pautado em atitudes de arrogância, partidarismo, moralismo, preconceito, egoísmo, dependência emocional, necessidade de ídolos e de símbolos, pretensão, fanatismo.
  • O reequilíbrio somente consegue ser alcançado através de dolorosos processos de enfermidade do corpo físico.


Essa expressividade desequilibrada das próprias emoções, consequentemente acaba por enfermar também o corpo mental inferior, já que estamos falando em conceitos holísticos. Sempre que um dos corpos adoece, consequentemente todos os outros corpos se desequilibram. Da mesma forma, quando curamos uma manifestação corpórea distinta, também estaremos curando todas as outras mais.

As enfermidades do corpo mental podem ser facilmente diagnosticadas tanto no espírito encarnado quanto no desencarnado. Essas psicopatologias são com maior frequência expressas através dos corpos diretamente inferiores: no corpo emocional e no corpo etérico (ou perispírito na linguagem espírita, que em realidade é a junção desses dois corpos distintos), que refletem este comando mental somatizando diretamente sua própria enfermidade, densificada a níveis mais sutis, manifestadas então num comportamento de nível primário. Quando o espírito passa a viver no plano mental superior, já se cessaram as possibilidades de adoecimento da mente, o que significa dizer que já conquistou uma relativa superioridade evolutiva.


Entre as principais enfermidades observadas no corpo mental, tanto dos encarnados quanto dos desencarnados, destacam-se:


  1. O desconhecimento da realidade espiritual que prende os indivíduos espíritos à ilusão da materialidade é um tipo de psicose do corpo mental, refletida diretamente no perispírito e no corpo físico.
  2. Monoideísmos (fixação mental numa só crença onde todo o comportamento gira em torno dela) construídos, vividos e mantidos através de concepções errôneas da vida, criadas por uma educação rígida, incorreta ou equivocada, e influenciados pelo contexto social e cultural nos quais o indivíduo estagia.
  3. A retração ou despreparo do corpo mental para viver uma experiência saudável costuma ser manifestada em deficiências mentais, somatizadas nos corpos físico, etérico e emocional.
  4. Doenças que revelam comportamentos onde a pessoa é incapaz de concentrar-se, envolver-se com o meio ou relacionar-se, como o autismo, a depressão, a solidão, a reclusão.
  5. Estados de euforia ou esquizofrenia, mesmo extrafísicas.
  6. Alteração da lucidez com comprometimento da ética, da moral e da percepção do sentido universal da evolução. O ser revolta-se contra todo o processo de criação e evolução, denotando um sério comprometimento e enfermidade do corpo mental. Isso é facilmente observável em espíritos inferiores que enxameiam as reuniões de desobsessão, e também nos encarnados, naqueles que se revoltam diante das dificuldades e perdas, inaproveitado a experiência em questão para seu próprio crescimento e amadurecimento.



Numa etapa mais avançada, quando o espírito manifesta-se de forma menos emotiva e mais racional, significa que já alcança um nível evolutivo superior dentro de nosso estágio primário humano de 3ª dimensão, o que não evidencia certamente um estágio de perfeição. Resta ainda o desenvolvimento dos atributos morais ligados aos sentimentos (não confundir emoções com sentimentos). Seu corpo mental passa então a sobrepujar o corpo emocional, delimitando características gerais de comportamento, tais como:

  • Libertação de religiosismo, dispensando simbolismos externos na expressão diária de sua vida.
  • Maior segurança em seu posicionamento pessoal, em sua visão a respeito da vida e a respeito de si próprio.
  • Vida mental mais intensa, embora com retraimento da expressividade emocional e sentimental.
  • Visão mais abrangente do mundo e das questões transitórias ou transcendentes com as quais convive, ou é chamado a participar.


Num nível acima, quando o indivíduo toma posse definitiva do seu corpo mental superior, evidencia claramente a libertação de antigos vícios comportamentais, de crenças limitantes e padrões emocionais conflitantes, desenvolvendo  uma consciência mais cósmica e sentimentos mais elevados, que o distinguem da maioria das pessoas. Passa então a manifestar em seu caráter atributos superiores como:


  • Bondade
  • Fraternidade
  • Altruísmo
  • Amorosidade
  • Generosidade
  • Humildade
  • Sensibilidade
  • Compaixão
  • Simplicidade
  • Alegria
  • Sinceridade
  • Serenidade
O indivíduo passa a possuir uma vivência mais universalista, aceita a verdade num âmbito mais amplo em comparação às restrições que marcam o comportamento pautado no emocionalismo.

Cada um de nós transita provisoriamente em um desses estágios evolutivos. A cura definitiva estará sempre relacionada ao esforço próprio no soerguimento moral, que é sempre inerente ao objetivo Criador.





quinta-feira, 26 de abril de 2012

HOSPITAL NOSSO LAR: CURA ESPIRITUAL

Assista a este interessante vídeo sobre os trabalhos de Cura Espiritual do Hospital Nosso Lar,  que tem sido divulgado pela rede.




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domingo, 22 de abril de 2012

A SAÚDE CORPORAL ATRAVÉS DA SAÚDE MORAL


A cura através da mediunidade objetiva curar o espírito enfermo, e não concorrer  em êxito com a medicina materialista na cura corporal. A cura do corpo físico material através da mediunidade visa despertar o paciente para a cura de sua alma.
Através da cura, atrem-se descrentes de todos os gêneros, que, através da constatação de sua própria cura ou a de seus entes queridos, mediante o auxílio de espíritos benfeitores do Alto, veêm-se diante de uma verdade inegável, e passam a acreditar, mesmo que seja sem muita convicção, na existência de vidas espirituais inteligentes que cooperam todo o tempo com o mundo material. Dá-se aí o início ao processo de cura de seu próprio espítrito. 
Todo homem cético ou indiferente ao seu próprio destino é sempre aquele que pulula de hospitais em hospitais, de consultórios em consultórios, num percurso doloroso e interminável, até que um “milagre” espiritual, como último e desesperador recurso, lhe devolve a saúde a a esperança de viver. Neste momento, ele se sente obrigado a mudar de atitude, passando a reconhecer a intervenção sensata e amiga do mundo oculto sobre a vida humana.

O auxílio do Alto não se restringe apenas aos médiuns praticantes, mas se destinam a todos aqueles de bom caráter, que estão orientados para o Bem. Os próprios médicos, quando honestos, estudiosos, dedicados e verdadeiramente voltados para o bem estar de seus pacientes, são constantemente auxiliados por benfeitores espirituais, sejam eles médiuns ou não, ao contrário dos profissionais ególatras, que se voltam egoísticamente para  a exploração da doença e do doente, visando ganhos materiais e vantagens pessoais.
Para melhor elucidação a respeito das doenças e suas causas, convém esclarecer que o ser humano, em seu conjunto, é composto basicamente de 3 partes: A alma, que é a consciência individual e eterna; o perispírito, que é o corpo fluídico, que comanda fisiologicamente e sensorialmente o corpo físico; e o corpo material, ou físico, que é a “vestimenta” de massa e peso específico, ajustada ao perispírito como veículo necessário para que a alma possa baixar e se fixar nos mundos-escolas.
                Na realidade, toda doença provém de atitudes e pensamentos não virtuosos que, através da repercussão vibratória que emanam, afetam o perispírito, e por conseguinte, o corpo físico. O perispírito, massa invisível que modela o corpo físico, possui órgãos similares ao mesmo, porém mais refinados em suas funções, funcionando como moldes ou matrizes dos órgãos materiais. Quando emanamos vibrações prejudiciais, advindas de pensamentos e atitudes negativas, agregamos ao perispírito fluidos tóxicos que se acumulam. Estes fluídos, quando acumulados em excesso, são repassados ao corpo físico através do duplo etérico ( camada intermediária entre o corpo físico e o perispírito ), causando doenças naqueles órgãos ou regiões mais predispostas a adoecer, o que varia de indivíduo para indivíduo. Para cada tipo de vibração negativa, corresponde um tipo de fluído tóxico específico causador de um determinada doença, e podem ser divididos de uma forma geral conforme o descrito abaixo:

·         A vingança, o ódio, a crueldade, a maledicência, a calúnia, as atitudes maldosas e o prejuízo ao próximo são atitudes causadoras do Câncer;

·         A cobiça, a apatia espiritual, o egoísmo, a egolatria e a indiferença geram doenças contagiosas, como  a tuberculose e a aids;

·         O ódio causa hemorragias, o sarcasmo e o deboche causam amebíase;

·         A inveja causa todas as doenças onde há o “amolecimento” dos órgãos, como a hepatite;

·         A luxúria causa a “paralização” dos órgãos, tal como o ataque cardíaco ou parada cardíaca;

·         O ciúme causa  doenças onde ocorre o endurecimento dos órgãos;

·         A obsessão espiritual causa doenças psíquicas e de fundo emocional.

É fato notório que nem todos os doentes conseguem ser curados. Isto ocorre quando a doença é uma forma de expiação cármica. Diante da doença cármica corretiva, nem o médico nem o médium são capazes de curar, pois a doença cruel é a terapâutica mais adequada aos espíritos embrutecidos e cruéis. Embora essas pessoas muitas vezes aparentem ser pacíficas e bondosas, ainda conservam no âmago de seu ser o potencial da violência e da falta de compaixão.
Os processos curativos dolorosos, como cirurgias, cauterizações e mutilações, são formas de reparação das maldades passadas. Aqueles que nâo obtêm a cura rapidamente, seja através de intervenções mediúnicas ou médicas, são aqueles que devem ser disciplinados pela doença através da lei cármica, não merecendo ainda o alívio da dor ou a cura definitiva da doença. Aqueles que conseguem ser curados rapidamente, ou encontram-se numa hierarquia espiritual mais elevada, ou estão no final de suas provas cármicas dolorosas, pagando seus últimos débitos.
Em todos os casos, a dor tem funçao educativa. Quanto mais o espírito evolui moralmente através da matéria, ou seja, quanto mais bondoso, generoso, fraterno e mais voltado para o próximo o espírito se torna, desde que com sinceridade, menos doente o indivíduo se torna, pois as atitudes virtuosas não emanam resíduos tóxicos, deixando o perispírito mais limpo e mais leve. Assim, a conquista da saúde corporal se faz através da evolução moral do espírito.  Alma sã, corpo são.
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